Arquivo do Autor para Alexandre Kruschewsky

27
abr
10

Bradesco e Banco do Brasil assinam Memorando de Entendimentos visando o lançamento de bandeira brasileira e int egração de parte de suas operações de cartões

O Banco Bradesco S.A. e o Banco do Brasil S.A. firmaram memorando de entendimentos para elaboração de modelo de negócios visando: integrar parte de suas operações de cartões, lançar uma bandeira brasileira de cartões de crédito, débito e pré-pagos para correntistas e não correntistas, formatar, em conjunto, novos negócios para cartões private label (cartões ofertados para clientes não correntistas, via parceiros varejistas), criar empresa para venda de cartões para determinados grupos de clientes não correntistas, transferir participações societárias, detidas por ambas as instituições ou por suas subsidiárias na CBSS S.A., para sociedade a ser criada.

Os Bancos informam que estão estudando a possibilidade de transferir suas participações acionárias detidas na Cielo S.A. para a nova sociedade a ser criada, observados os interesses dos acionistas, as exigências do Novo Mercado da BM&FBOVESPA, bem como o estatuto da companhia. Se concluída a operação, os Bancos pretendem criar uma "Holding" que integrará e gerenciará os negócios listados acima.

A efetivação da operação está sujeita à realização de estudos técnicos, jurídicos e financeiros, à negociação satisfatória dos documentos definitivos e ao cumprimento das formalidades legais e regulatórias aplicáveis.

03
mar
10

OAB suspende correção de exame da Ordem por suspeita de vazamento

02/03/10 – 19h44 – Atualizado em 02/03/10 – 20h10 – O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcante determinou nesta terça-feira (2) a suspensão da correção e divulgação dos resultados da segunda fase do Exame da Ordem.

A medida foi tomada devido a relato recebido da Comissão de Exame de Ordem da OAB de São Paulo, sobre irregularidade na aplicação da segunda fase da prova na cidade de Osasco (SP), no dia 28 de fevereiro. O presidente da OAB nacional disse ao G1 que, segundo as denúncias, um candidato teria tido acesso à prova antes de sua aplicação. O vazamento teria sido da prova prático profissional de Direito Penal. O exame foi aplicado de forma unificada em todo o país.

Ophir Cavalvante não descartou que a prova possa ser cancelada, mas disse que as providências sobre o vazamento serão tomadas somente após uma reunião, em Brasília, do Colégio de Presidentes de Seccionais da OAB, marcada para o próximo domingo (7). "Vamos avaliar que medidas tomar. O exame de Ordem tem em cada estado sua representação. Vamos buscar uma solução que garanta lisura nos resultados", disse.

Cavalcante entregou também à Polícia Federal notícia crime sobre o fato e pediu ao Centro de Seleção e Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (Cespe/UnB) – órgão que, em parceira com a OAB, realiza o Exame de Ordem – que instaure sindicância para apuração interna da irregularidade, além de determinar a abertura de processo administrativo na própria OAB.

O presidente da OAB lamentou as denúncias de vazamento, mas disse que nenhuma entidade está livre da possibilidade de erros na aplicação de provas. "Certamente é algo que não nos agrada, uma denúncia dessa natureza. Isso não é bom para o exame, entretando isso pode acontecer em qualquer entidade. Temos uma entidade séria, que é o Cespe, que aplica a prova", disse.

Fonte: G1

23
fev
10

Goldman Sachs prevê PIB de 6,4% em 2010

22/02/2010 12:26 – RIO – O Goldman Sachs vai rever a projeção para o crescimento da economia do Brasil em 2010 para 6,4%, acima do patamar atual previsto, de 5,8%. O economista-chefe do banco, Jim O´Neill, afirmou que o chefe do banco no Brasil, Paulo Leme, o avisou da nova projeção na sexta-feira. O´Neill brincou e disse que ganhou mais uma aposta, uma vez que prevê que o Brasil tem condições de crescer próximo a 7% este ano. O banco projeta ainda um crescimento de 4,5% para a economia da Rússia, de 8,2% para a Índia e de 11,4% para a China.

O economista também garantiu que o Brasil tem, entre os Brics – grupo formado também por Rússia, Índia e China -, as melhores condições de garantir um crescimento sustentável no longo prazo. Em um ranking que avalia 13 variáveis importantes para a garantia de um crescimento de longo prazo, o Brasil aparece como o melhor dos Brics, com nota 5,3 em uma escala que varia de zero a dez. A seguir vem China, com 5,2; Rússia, com 5,1; e Índia, com 4. De acordo com a lista, o país vai bem em quesitos como inflação, com nota 8,6, dívida externa, que recebeu 8,5, e educação, com 7,4. Entre as piores notas estão regulação, com 4,4, corrupção, com 4,9, e estabilidade política, com 4,8.

O´Neill comparou as expectativas entre os quatro países com a Coreia do Sul, que conseguiu nota 7,4. Segundo ele, alguns pontos precisam melhorar para que, em 2050, os Brics alcancem uma condição de liderança na economia mundial. O economista do Goldman Sachs ressaltou que, em um cenário hipotético para daqui a 40 anos, a China poderá liderar a lista das maiores economias do mundo, ultrapassando os Estados Unidos por volta de 2027, com um Produto Interno Bruto (PIB) 13 vezes maior que o atual. Na sequência, viriam Estados Unidos, Índia, Brasil – com uma economia 10 vezes maior que a atual -, Rússia, Reino Unido, Japão, França, Alemanha, Canadá e Itália. " Essa é uma projeção do que o mundo poderá ser e não do que será " , ressaltou O´Neill, que participou do seminário "Uma agenda para os Bric", no Rio de Janeiro.

Para prazos mais curtos, o economista garantiu que os Brics são essenciais para a retomada da economia mundial, afetada pela crise internacional dos últimos dois anos. Segundo ele, o consumidor dos Estados Unidos não será o motor da recuperação global. " Se o mundo voltar a ter a prosperidade de dois anos atrás, o consumidor dos Brics terá que ser esse motor " , destacou.

O´Neill chamou de " fenômeno " o crescimento chinês das últimas décadas, mas ponderou que as autoridades do país asiático poderão tentar reduzir o ritmo de expansão, de forma a evitar desequilíbrios. " Não sei se esse PIB seria sustentável sem elevar a inflação " , acrescentou.

(Rafael Rosas | Valor)

Leia mais: Valor Online

11
jan
10

Tubarão no Aquário

Este texto está publicado em vários endereços da WEB. Aceitei o desafio de reformatá-lo e mexer no português e no conteúdo, não que seja mestre, mas pelo prazer de um exercício e para trazê-lo ao nível do que sei com um matiz cristão. Seu autor embora desconhecido para nós, foi de uma objetividade simplesmente notável.

"Os japoneses sempre adoraram peixe fresco. Porém, as águas da costa japonesa não produzem mais muitos peixes, há décadas. E os pescadores foram desafiados a desatar este nó.

Assim, para alimentar a população e ganhar dinheiro, eles construiram barcos maiores e começaram a pescar mais longe do que nunca. Quanto mais longe pescavam, mais tempo gastavam para trazer o peixe. Depois de alguns dias, os peixes naturalmente já não chegavam mais frescos e os japoneses não aprovaram o gosto deles.

Para resolver este segundo desafio, as empresas de pesca instalaram congeladores nos barcos. Elas pescavam e congelavam os peixes em alto mar. Os congeladores permitiram que fossem mais longe e ficassem por muito mais tempo em alto mar. Mas, os japoneses notaram diferença entre peixe fresco e o peixe congelado. Eles não gostaram do peixe congelado, mesmo que o preço tivesse baixado bastante.

Para resolver o terceiro desafio, os pescadores instalaram aquários, grandes tanques , nos barcos pesqueiros. Agora eles pescavam e enfiavam os peixes nos tanques como sardinhas em lata. Com falta de espaço, os peixes paravam de nadar. Chegavam vivos, todavia apáticos.

Infelizmente, os japoneses ainda notaram uma pequena diferença no gosto. Por não se mexerem durante dias, os peixes perdiam o gosto do frescor. E os consumidores preferiam o gosto de peixe fresco, e não o de peixe apático.

Como os pescadores resolveram este último desafio? Como eles conseguiram trazer ao Japão peixes com gosto do mais puro frescor? Faremos uma pausa. Se você fosse consultor de uma empresa de pesca, o que recomendaria?

Mas antes da resposta vamos ponderar: quando as pessoas atingem seus objetivos, quando encontram um par maravilhoso, quando começam com sucesso um novo empreendimento, quando pagam todas as suas dívidas ou o que quer que seja, elas costuma perder a paixão. Começam a pensar que não mais precisam trabalhar tanto, relaxam e também ficam apáticas.

Este é o mesmo problema de herdeiros que nunca crescem, de donas de casa entediadas, de idosos cujos assuntos não vão além de doenças e remédios e de adolescentes viciados em Msns e Orkuts da vida.

Para esses casos, a solução é bem simples. L. Ron Hubbard observou, no começo dos anos 50, que a humanidade progride, estranhamente, diante de um ambiente hostil e desafiador". Quanto mais persistente e competitivo você for, mais irá gostar de um bom desafio.

Se os problemas estão do tamanho correto, e Deus diz que sim, passo a passo, você poderá vencê-los, e isso lhe trará contentamento. Quando trabalha na solução deles, você usa mais energia, equilibra seu estresse o bastante para tentar novas soluções. Você cresce, se diverte e fica vivo – pronto para assumir desafios maiores.

Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas japonesas de pesca ainda colocam os peixes nos tanques dos barcos, mas usaram de uma estratégia simples, barata e eficiente: colocam um pequeno tubarão no aquário. Ele come alguns, mas a maioria dos peixes chega "muito viva" e 100% fresca ao mercado.

Como princípio de vida, em lugar de evitar desafios, pule para dentro deles. Massacre-os. Se seus desafios são grandes e numerosos, não desista. Reorganize-se! Busque mais determinação, mais conhecimento e mais ajuda. Se você alcançou seus objetivos, coloque objetivos maiores. Quando satisfizer as necessidades pessoais e familiares, vá ao encontro aos objetivos da sua comunidade, da sociedade, e por que não? da humanidade."

Não se acomode. Você pode ter habilidades recursos e talentos desconhecidos que podem aflorar em meio a um bom desafio e ser uma bênção para você e para outros. Se Deus pôs um “tubarão” no seu aquário é porque confia na sua capacidade que você tem, mas ainda não sabe.

A Bíblia ensina que temos de administrar e trabalhar com os talentos que Deus nos confiou. Enterrar o talento é uma atitude de timidez que não se coaduna com um espírito cristão. Deus não nos deu espírito de timidez, mas de força, amor e temperança. II Timóteo 1:7.


Fonte:
Blog Olhar Cristão

30
out
09

Empresas sustentáveis têm funcionários motivados

Entre os grandes desafios que a transição para um novo modelo econômico deverá enfrentar nos próximos anos está o de gerar novos empregos, os chamados empregos verdes, não só para repor os postos de trabalho que serão fechados junto com as atividades pesadamente emissoras de carbono quanto para atender às demandas das novas gerações.
O tema foi discutido no congresso internacional Sustentável 2009, em mesa integrada por Fabián Echegaray, diretor da consultoria Market Analysis, Paulo Sergio Moçouçah, coordenador de Programas de Trabalho Decente e Empregos Verdes da Organização Internacional do Trabalho (OIT) no Brasil, e Luiz Eduardo Rubião, sócio-fundador da Chemtech, moderados por Roberta Cardoso, da FGV. Houve também a participação, via teleconferência, de Bob Willard, autor de The Sustainability Advantage e de The Next Sustainability Wave.

Os empregos verdes vêm crescendo aceleradamente nos últimos anos. De acordo com Paulo Sérgio Moçouçah, da OIT Brasil, a expressão ganhou popularidade a partir da sua inclusão no programa de governo do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. Agora, com a crise econômica, segundo ele, diversos países vêm centrando os esforços para a recuperação econômica investindo em atividades sustentáveis, sobretudo em energias renováveis.

Segundo Moçouçah, a experiência tem comprovado como argumentava o plano de Obama, que as atividades sustentáveis geram mais empregos que os setores tradicionais. Países como a China, que atualmente investe em atividades sustentáveis cerca 20% do total dos investimentos de sua economia, e a Índia, que também tem investido pesadamente em energia solar, são exemplos dessa capacidade da nova economia.

O elevado potencial para gerar empregos das atividades de baixa emissão é comprovado também por um estudo desenvolvido pela OIT, juntamente com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), divulgado em setembro do ano passado. O estudo revelou que, ao contrário do que se pensou, a crise econômica vem ajudando a superar os altos níveis de desemprego ocorridos a partir de meados dos anos 1990, quando o modelo econômico baseou-se nas atividades do setor financeiro.

Segundo o coordenador da OIT, a crise recolocou a geração de empregos no centro das políticas públicas: "O emprego verde surge com a divulgação do relatório de mudanças climáticas, em 2007, exatamente quando a crise econômica também se inicia. Foi o crescimento do conceito que levou a OIT a assumir a tarefa de tratar da questão das mudanças climáticas no âmbito do mundo do trabalho, por meio do programa global Quero o Verde de Volta", conclui.

Os impactos da nova economia sobre o mundo do trabalho foram analisados também por Fabián Echegaray, diretor da consultoria Market Analysis, que desenvolveu uma pesquisa para saber como os trabalhadores de 32 países, inclusive do Brasil, estão percebendo as ações de RSE (Responsabilidade Social Empresarial) praticadas por suas empresas. Foram entrevistados mais de 3.460 funcionários de grandes empresas, independentemente do cargo.

O estudo, concluído no início deste ano, revelou que nove em cada dez brasileiros apóiam a atuação da empresa como canal pedagógico; para 92% deles, quanto mais socialmente responsável for a empresa, mais motivado e leal será o seu funcionário. Os resultados mostram que, pelas práticas da empresa, os funcionários também desenvolvem maior sentido de auto-eficácia pessoal como consumidores, tornando-se capazes de influir no comportamento das empresas por meio da compra consciente.

De acordo com Echegaray, a pesquisa mostra que a empresa sustentável tem funcionários mais receptivos ao seu ativismo na área e que legitimam seu papel educativo. "Eles reagem com entusiasmo e fidelidade diante de uma atuação socioambiental positiva e tendem a acreditar mais na comunicação da empresa sobre suas ações e resultados dos seus investimentos sociais", conclui ele.
FONTE: http://www1.ethos.org.br/EthosWeb/pt/2782/servicos_do_portal/noticias/itens/empresas_sustentaveis_tem_funcionarios_motivados_.aspx




Páginas

Atualizações do Twitter

Principais mensagens

Estatísticas

  • 2,060 hits

Páginas

 

maio 2012
S T Q Q S S D
« abr    
 123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
28293031  

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.